Vana diz que seu dia típico varia dependendo do dia. Eles têm um Programa de Fellowship ativo. Então, as manhãs de segunda-feira são dedicadas à didática, aos clubes de periódicos e às conferências de caso, novamente dependendo do dia do mês. E à tarde, ela tem clínicas. Se estiverem em serviço, correm com os fellows e residentes e fazem rondas centradas na família. E em alguns dias, eles têm pacientes de pesquisa ou tempo para dar aulas.
Embora não tenha sido um caminho fácil, Vana ainda acredita que tem uma vida fora do hospital. Na verdade, é propício para um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional. É uma questão de priorizar as coisas.
https://www.draamandasoeiro.com.br/
Ela também achou útil estar em um centro acadêmico e tem a sorte de trabalhar com residentes que cuidam de seus pacientes quando eles são internados. Ela tem essa cobertura durante a noite. Eles também podem ter que trabalhar com colegas, então ela raramente precisa ir ao hospital.
Na maioria das vezes, Vana atende ligações de casa. Eles têm um educador em diabetes que atende todas as “ligações de mãe” ou “ligações de pais” até as 22h. E, durante a noite, há um colega ou um assistente de plantão. Quando estão de plantão, geralmente acontece um fim de semana por mês ou um fim de semana a cada dois meses.
Em média, ela recebe de oito a dez semanas de ligações por ano, então é bem administrável. Ela raramente precisa comparecer quando está de plantão, a menos que seja um paciente muito doente, com cetoacidose diabética ou algo do tipo. Mas raramente ela precisa comparecer.