Segurando o porta-agulhas empalado com o anel superior encostado na eminência tenar da mão e com o quarto dedo apoiado no anel inferior, podemos realizar o movimento de abrir, pegar e fechar a cremalheira com mais rapidez e precisão. Um pequeno movimento medial é realizado com a região da eminência tenar e lateral com o quarto dedo, gerando atrito do anel superior do porta-agulhas na eminência tenar e assim abrindo-o com um movimento curto e preciso sob a mão espalmada. Ao realizar a sutura, utilizamos o afastamento angulado do porta-agulhas, já posicionando a agulha para o movimento subsequente. Essa técnica é muito utilizada na realização de grandes plicaturas como em cirurgias abdominais que necessitam de grande quantidade de pontos para serem realizados.
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Aqui, ao introduzir a agulha na extremidade do tecido a ser suturado, o cirurgião primeiramente realiza um movimento de rotação interna com o punho passando 3/4 da área da agulha entre o tecido ( Figura 3 ). Após esse movimento, o cirurgião realiza uma rotação externa do punho, fixa a ponta da agulha novamente na ponta do porta-agulhas, removendo-a do tecido e, assim, com um movimento de rotação de 180 graus do porta-agulhas, apoiando-se nos dedos indicador e médio, restabelece a posição para o próximo movimento. Assim, o complexo agulha-porta-agulhas já está preparado, dispensando o reposicionamento manual da agulha na ponta do porta-agulhas.